
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Protocolos de Atenção à Saúde dos Trabalhadores
Com o intuito de atender os trabalhadores com suspeita de agravos à saúde relacionados ao trabalho, incluindo os procedimentos compreendidos entre o primeiro atendimento até a notificação, esta série de publicações "Complexidade Diferenciada" oferece recomendações e parâmetros para seu diagnóstico, tratamento e prevenção.
A série compreende os seguintes temas:
- Anamnese ocupacional - manual de preenchimento da Ficha Resumo de Atendimento Ambulatorial em Saúde do Trabalhador (Firaast);
- Acidentes do trabalho fatais, graves e com crianças e adolescentes - versão final;
- Câncer relacionado ao trabalho;
- Dermatoses - versão final;
- Diretrizes para a Atenção Integral à Saúde de Crianças e Adolescentes Economicamente Ativos - versão final;
- Efeitos à saúde provocados pela exposição aos agrotóxicos;
- Exposição a materiais biológicos;
- Expostos ao chumbo metálico - versão final;
- LER, Dort e dor relacionada ao trabalho;
- Perda Auditiva Induzida por Ruído (Pair) - versão final;
- Pneumoconioses - versão final;
- Risco químico - atenção à saúde dos trabalhadores expostos a benzeno - versão final.
A Portaria GM/MS 777/2004 torna obrigatória a notificação dos atendimentos desses agravos realizados por profissionais do Sistema Único de Saúde.
A série compreende os seguintes temas:
- Anamnese ocupacional - manual de preenchimento da Ficha Resumo de Atendimento Ambulatorial em Saúde do Trabalhador (Firaast);
- Acidentes do trabalho fatais, graves e com crianças e adolescentes - versão final;
- Câncer relacionado ao trabalho;
- Dermatoses - versão final;
- Diretrizes para a Atenção Integral à Saúde de Crianças e Adolescentes Economicamente Ativos - versão final;
- Efeitos à saúde provocados pela exposição aos agrotóxicos;
- Exposição a materiais biológicos;
- Expostos ao chumbo metálico - versão final;
- LER, Dort e dor relacionada ao trabalho;
- Perda Auditiva Induzida por Ruído (Pair) - versão final;
- Pneumoconioses - versão final;
- Risco químico - atenção à saúde dos trabalhadores expostos a benzeno - versão final.
A Portaria GM/MS 777/2004 torna obrigatória a notificação dos atendimentos desses agravos realizados por profissionais do Sistema Único de Saúde.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Agentes biológicos
Os agentes biológicos são em sua maioria microorganismos vivos, geralmente de tamanho microscópico, sem cheiro, cor ou outra propriedade que facilite a sua identificação sem equipamentos de verificação apropriados.
Existe também contaminantes biológicos transportados por partículas de pó ou suspensão no ambiente de trabalho, além disso os encontraremos nas matérias-primas utilizadas pelas organizações, bem como na água, na pele dos colaboradores, nas superfícies de trabalho etc.
Devido suas características e necessidades vitais, os agentes contaminantes sobrevivem muitas vezes mesmo depois de uma limpeza minuciosa ou até mesmo depois da retirada de um móvel, por esse motivo temos que priorizar a utilização do EPI muito mais do que isso, acompanhar diariamente sua higienização e a troca quando necessário.
No caso de agentes biológicos o EPI juntamente com o acompanhamento Médico Periódico é a única maneira de garantir a saúde do colaborador das empresas que apresentam esse risco.
O melhor EPI é aquele que apresenta segurança e principalmente tem em seu CA (Certificado de Aprovação) as características adequadas para agir contra o causador das patologias associadas aos agentes biológicos.
O importante é a escolha certa, por isso pesquise sempre!
Existe também contaminantes biológicos transportados por partículas de pó ou suspensão no ambiente de trabalho, além disso os encontraremos nas matérias-primas utilizadas pelas organizações, bem como na água, na pele dos colaboradores, nas superfícies de trabalho etc.
Devido suas características e necessidades vitais, os agentes contaminantes sobrevivem muitas vezes mesmo depois de uma limpeza minuciosa ou até mesmo depois da retirada de um móvel, por esse motivo temos que priorizar a utilização do EPI muito mais do que isso, acompanhar diariamente sua higienização e a troca quando necessário.
No caso de agentes biológicos o EPI juntamente com o acompanhamento Médico Periódico é a única maneira de garantir a saúde do colaborador das empresas que apresentam esse risco.
O melhor EPI é aquele que apresenta segurança e principalmente tem em seu CA (Certificado de Aprovação) as características adequadas para agir contra o causador das patologias associadas aos agentes biológicos.
O importante é a escolha certa, por isso pesquise sempre!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Vicsa apresentou nova luva de proteção a corte com FDA
A Vicsa, uma das maiores distribuidoras de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) do mercado nacional, pertencente a holding BSB, apresentou na 18ª Fisp (Feira Internacional de Segurança e Proteção) a Dyneema. A nova luva de proteção é composta de fibra com alto desempenho a cortes, certificada pela EN 388 (abrasão e corte) para trabalhar com gêneros alimentícios conforme FDA 21CFR, uma novidade no país. Este modelo específico da empresa americana Best Showa é uma inovação para o mercado de frios, pois alia conforto para o usuário, excelência em tato e alta resistência a cortes.
Foram apresentados, também, outros modelos de luvas – fabricadas com poliéster, fibra para-aramida (material que oferece resistência ao corte e a diferentes temperaturas) e tricotada (sem costuras) de fibra Dyneema. Além de possuir diversos tamanhos para se adequar à palma do usuário, ela pode ter ou não revestimento de PU (Poliuretano), o que torna a luva impermeável na palma e adequada a meios sujeitos a sujidade seca ou oleosa. “Elas vestem bem e oferecem segurança ao risco, podendo chegar ao nível máximo de proteção 5 (conforme norma EN 388/2003). Possui, ainda, ótimo tato para o manuseio de produtos alimentícios”, diz Júlio Moreira, gestor da Área Térmica e Corte da Vicsa.
A Vicsa apresentou na feira três padrões diferentes de luvas: para abrasão, corte e temperatura (tricotada para-aramida); para isolação térmica de calor (fibra CharGuard); e para isolação térmica ao frio (PVC). São usadas para diversos segmentos de mercado que possuem risco de corte, como indústria de papel e de vidro, abatedouros de aves, frigoríficos, hipermercados, cerâmicas, metalúrgicas e fundições. Elas foram testadas e avaliadas por laboratórios, sendo aprovadas e certificadas pela EN 388, EN 511, norma européia adotada por laboratórios no Brasil, e pelas ISO 11.611 e ISO 11.612 (isolação térmica ao calor e respingos de metais).
Produção de qualidade
Luvas e conjuntos térmicos para frio e para alta temperatura são divididos em outras três subcategorias. Luvas e conjuntos para altas temperaturas com couro Thermic suportam até 300ºC de contato. Os com fibra para-aramida, até 400ºC de contato e são recomendadas também para corte. Os com fibra de carbono e fibra para-aramida, até 600ºC. Todos suportam respingos de metais, que podem chegar até a 1400ºC. A gama de itens de luvas da Vicsa se elevou com a distribuição de produtos da Castong, fabricante de diversos modelos em fibra para-aramida, de fibra meta-aramida e de fibra carbono e para-aramida.
Para as baixas temperaturas, a Vicsa comercializa luvas fabricadas pela própria holding BSB em vaqueta térmica impermeável, que suportam até -40ºC. Este produto, além de oferecer excelência em abrasão e corte, é impermeável, tem design inovador e oferece conforto e excelência em tato. É fornecida em dois tamanhos. É testada e certificada por laboratório baseado na norma EN 388 e EM 511. A durabilidade de todos os produtos depende do risco e da freqüência do trabalho realizado. A Vicsa oferece equipe técnica para análise de risco e produtos de alta qualidade reconhecidos mundialmente.
confira no site: http://www.vicsa.com.br/
Foram apresentados, também, outros modelos de luvas – fabricadas com poliéster, fibra para-aramida (material que oferece resistência ao corte e a diferentes temperaturas) e tricotada (sem costuras) de fibra Dyneema. Além de possuir diversos tamanhos para se adequar à palma do usuário, ela pode ter ou não revestimento de PU (Poliuretano), o que torna a luva impermeável na palma e adequada a meios sujeitos a sujidade seca ou oleosa. “Elas vestem bem e oferecem segurança ao risco, podendo chegar ao nível máximo de proteção 5 (conforme norma EN 388/2003). Possui, ainda, ótimo tato para o manuseio de produtos alimentícios”, diz Júlio Moreira, gestor da Área Térmica e Corte da Vicsa.
A Vicsa apresentou na feira três padrões diferentes de luvas: para abrasão, corte e temperatura (tricotada para-aramida); para isolação térmica de calor (fibra CharGuard); e para isolação térmica ao frio (PVC). São usadas para diversos segmentos de mercado que possuem risco de corte, como indústria de papel e de vidro, abatedouros de aves, frigoríficos, hipermercados, cerâmicas, metalúrgicas e fundições. Elas foram testadas e avaliadas por laboratórios, sendo aprovadas e certificadas pela EN 388, EN 511, norma européia adotada por laboratórios no Brasil, e pelas ISO 11.611 e ISO 11.612 (isolação térmica ao calor e respingos de metais).
Produção de qualidade
Luvas e conjuntos térmicos para frio e para alta temperatura são divididos em outras três subcategorias. Luvas e conjuntos para altas temperaturas com couro Thermic suportam até 300ºC de contato. Os com fibra para-aramida, até 400ºC de contato e são recomendadas também para corte. Os com fibra de carbono e fibra para-aramida, até 600ºC. Todos suportam respingos de metais, que podem chegar até a 1400ºC. A gama de itens de luvas da Vicsa se elevou com a distribuição de produtos da Castong, fabricante de diversos modelos em fibra para-aramida, de fibra meta-aramida e de fibra carbono e para-aramida.
Para as baixas temperaturas, a Vicsa comercializa luvas fabricadas pela própria holding BSB em vaqueta térmica impermeável, que suportam até -40ºC. Este produto, além de oferecer excelência em abrasão e corte, é impermeável, tem design inovador e oferece conforto e excelência em tato. É fornecida em dois tamanhos. É testada e certificada por laboratório baseado na norma EN 388 e EM 511. A durabilidade de todos os produtos depende do risco e da freqüência do trabalho realizado. A Vicsa oferece equipe técnica para análise de risco e produtos de alta qualidade reconhecidos mundialmente.
confira no site: http://www.vicsa.com.br/
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Fujiwara apresentou linha Conceito Titanium 2011
A marca Fujiwara, pertencente a holding BSB, apresentou na 18ª Fisp (Feira Internacional de Segurança e proteção), quatro modelos da linha conceito Titanium 2011. São dois sapatos e duas botas de cano curto. Essa linha apresenta melhor resistência à penetração de umidade, sua forração tem maior absorção de suor e são feitos em couro Nobuk marrom, preto ou látego.
O forro padrão em todos os modelos oferece proteção antimicrobiana. Eles podem ter biqueira de aço ou de composite (material leve e resistente). Possuem palmilha antiperfuro não-metálica. O solado é de PU/TPU e, futuramente, deverão ser de PU/borracha. A forma do calçado é PB, o que garante maior conforto ao usuário, já que é mais larga que as convencionais.
O solado bidensidade possui entressola grafite e sola preta. O inserto de TPU é nas cores cinza e vermelha. “Esses calçados garantem maior resistência à abrasão e maior aderência ao solo. Sua comercialização está prevista para março de 2011”, afirma Miguel Filho, responsável pelo setor de P&D (Pesquisa & Desenvolvimento) da Fujiwara.
Modelos
O modelo preto com costuras brancas é feito com uma estampa lisa e apresenta detalhes em cordura grafite. O marrom possui língua em couro e cabedal em Nobuk, com detalhe mais claro de cordura bicolor. As botinas podem ser pretas totalmente em couro e com forro vermelho ou marrons com cano mais curto, para facilitar o calçar do usuário. Apresenta ilhós em estilo esportivo, detalhes em cordura bicolor, língua em couro e cabedal em Nobuk.
Bota de Poliuretano
A Fujiwara é a única empresa na América Latina que fabrica a bota de PU (Poliuretano) com cano alto. Ela é mais leve, durável e resistente que as de PVC. Suportam temperaturas de 10 graus negativos a 70 graus positivos e evitam odores. As botas verdes com solado amarelo são usadas na agropecuária, as pretas são recomendadas para uso geral, as brancas para o setor alimentício e as amarelas com solado preto, para o setor petroquímico.
Para mais informações entre no site: http://www.fujiwara.com.br/
O forro padrão em todos os modelos oferece proteção antimicrobiana. Eles podem ter biqueira de aço ou de composite (material leve e resistente). Possuem palmilha antiperfuro não-metálica. O solado é de PU/TPU e, futuramente, deverão ser de PU/borracha. A forma do calçado é PB, o que garante maior conforto ao usuário, já que é mais larga que as convencionais.
O solado bidensidade possui entressola grafite e sola preta. O inserto de TPU é nas cores cinza e vermelha. “Esses calçados garantem maior resistência à abrasão e maior aderência ao solo. Sua comercialização está prevista para março de 2011”, afirma Miguel Filho, responsável pelo setor de P&D (Pesquisa & Desenvolvimento) da Fujiwara.
Modelos
O modelo preto com costuras brancas é feito com uma estampa lisa e apresenta detalhes em cordura grafite. O marrom possui língua em couro e cabedal em Nobuk, com detalhe mais claro de cordura bicolor. As botinas podem ser pretas totalmente em couro e com forro vermelho ou marrons com cano mais curto, para facilitar o calçar do usuário. Apresenta ilhós em estilo esportivo, detalhes em cordura bicolor, língua em couro e cabedal em Nobuk.
Bota de Poliuretano
A Fujiwara é a única empresa na América Latina que fabrica a bota de PU (Poliuretano) com cano alto. Ela é mais leve, durável e resistente que as de PVC. Suportam temperaturas de 10 graus negativos a 70 graus positivos e evitam odores. As botas verdes com solado amarelo são usadas na agropecuária, as pretas são recomendadas para uso geral, as brancas para o setor alimentício e as amarelas com solado preto, para o setor petroquímico.
Para mais informações entre no site: http://www.fujiwara.com.br/
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Bracol lança linha Concetto
O visual robusto e pesado dos calçados de segurança tem cedido espaço a modelos modernos, com conceito inovador. Por trás de todos os itens necessários para preservar os trabalhadores reside uma preocupação com o design dos modelos, cada vez mais leve e com estilo. A Bracol trouze para a Fisp 2010 (Feira Internacional de Segurança e Proteção) cinco novos calçados e botinas que fazem parte da linha Concetto, criada especialmente para delinear as principais tendências do mercado de calçados de segurança.
“Esses modelos são elaborados ao longo dos meses para apresentar as inúmeras possibilidades de criação da marca, atendendo às necessidades de um público que busca conforto, segurança, alta performance e uma modelagem moderna”, explica Arno Jose Schons, gerente de P&D (Produto & Desenvolvimento) da marca Bracol. Com o mercado de segurança em constante evolução, a produção do setor prima por designs contemporâneos que superam a estética de modelos de tênis usados para a prática de esportes outdoor, por exemplo, garantindo ainda alto desempenho e protegendo os pés dos usuários.
Disponíveis do tamanho 33 ao 46, os modelos criados possuem um design diferenciado no solado bidensidade. As palmilhas têm formato anatômico, que dão maior conforto ao usuário. Além disso, todos possuem forro 100% em poliéster, com multifilamentos integrados à manta com adesivo respirável. O material contém tratamento antimicrobiano, alta capacidade de absorção à umidade e grande resistência à abrasão.
Detalhes
A linha Concetto é formada por cinco modelos, sendo três opções de botinas e dois tênis, que podem ser encontrados nas cores preta, marrom ou grafite. Possuem acessórios como biqueira de aço ou de plástico. Além de couro, o cabedal traz também cordura bicolor, material que confere mais leveza ao design e é resistente à abrasão, rasgo, além de ser altamente durável e leve. Os modelos possuem faixas de gorgorão refletivo. “A botina BLQ foi projetada com design de inclinação no cano para proporcionar um melhor ajuste ao pé propiciando comodidade e conforto ao caminhar e a logomarca Bracol é produzida em material refletivo”, explica Schons.
No modelo BLC a língua fole é costurada no cabedal, evitando a entrada de resíduos nos calçados. Já o BQC, feito em náilon cordura, está disponível na cor preta e possui detalhes em alta frequência. Indicados para profissionais de diferentes segmentos, os calçados podem ser utilizados nos mais diversos ambientes. “Esses modelos são destinados a um público bastante exigente, que busca um calçado de alto padrão que lhes proporcione segurança e conforto”, completa.
http://www.bracolonline.com/
“Esses modelos são elaborados ao longo dos meses para apresentar as inúmeras possibilidades de criação da marca, atendendo às necessidades de um público que busca conforto, segurança, alta performance e uma modelagem moderna”, explica Arno Jose Schons, gerente de P&D (Produto & Desenvolvimento) da marca Bracol. Com o mercado de segurança em constante evolução, a produção do setor prima por designs contemporâneos que superam a estética de modelos de tênis usados para a prática de esportes outdoor, por exemplo, garantindo ainda alto desempenho e protegendo os pés dos usuários.
Disponíveis do tamanho 33 ao 46, os modelos criados possuem um design diferenciado no solado bidensidade. As palmilhas têm formato anatômico, que dão maior conforto ao usuário. Além disso, todos possuem forro 100% em poliéster, com multifilamentos integrados à manta com adesivo respirável. O material contém tratamento antimicrobiano, alta capacidade de absorção à umidade e grande resistência à abrasão.
Detalhes
A linha Concetto é formada por cinco modelos, sendo três opções de botinas e dois tênis, que podem ser encontrados nas cores preta, marrom ou grafite. Possuem acessórios como biqueira de aço ou de plástico. Além de couro, o cabedal traz também cordura bicolor, material que confere mais leveza ao design e é resistente à abrasão, rasgo, além de ser altamente durável e leve. Os modelos possuem faixas de gorgorão refletivo. “A botina BLQ foi projetada com design de inclinação no cano para proporcionar um melhor ajuste ao pé propiciando comodidade e conforto ao caminhar e a logomarca Bracol é produzida em material refletivo”, explica Schons.
No modelo BLC a língua fole é costurada no cabedal, evitando a entrada de resíduos nos calçados. Já o BQC, feito em náilon cordura, está disponível na cor preta e possui detalhes em alta frequência. Indicados para profissionais de diferentes segmentos, os calçados podem ser utilizados nos mais diversos ambientes. “Esses modelos são destinados a um público bastante exigente, que busca um calçado de alto padrão que lhes proporcione segurança e conforto”, completa.
http://www.bracolonline.com/
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Vichi apresentou seus produtos na Fisp 2010
A Vichi, reconhecida como sinônimo de inovação e qualidade na produção de calçados de proteção e segurança, faz parte, agora, da holding BSB. Fabricante de EPIs (Equipamento de Proteção Individual), a marca que é pioneira na fabricação dos calçados com injeção direta, apresentou na Fisp (Feira Internacional de Segurança e Proteção), 10 modelos de calçados de proteção. São botinas, sapatos e tênis de elásticos ou de amarrar, um modelo de calçado canavieiro e três calçados em nobuk.
“Os calçados Vichi são projetados para trazer conforto e segurança aos usuários. Os índices de acidentes de trabalho ainda são consideráveis no país, mas é possível reduzir suas consequências com medidas inteligentes, como o uso de equipamentos de proteção adequados para cada situação e área de atuação do trabalhador”, explica Carlos Henrique dos Santos, gestor da marca Vichi.
Entre as novidades apresentadas pela empresa na Fisp está a biqueira de aço usada em todos os modelos da marca. Com área maior do que as convencionais, a peça oferece mais segurança para o trabalhador e também mais conforto. “As formas dos calçados Vichi são mais largas do que as oferecidas pelo mercado em geral. A biqueira acompanha a forma, o que traz mais espaço interno para acomodar o pé do trabalhador”, explica.
Calçados de proteção
A Vichi disponibiliza no mercado três linhas de calçados diferenciados: a linha Industrial, Nobuk e botina canavieira. Os calçados da linha Industrial – botina, tênis e sapato de amarrar e de elástico – possuem uma forma desenvolvida com medidas que proporcionam maior conforto ao usuário, com um colarinho acolchoado (tornozeleira do sapato almofadada) e forro respirável com alta permeabilidade ao vapor de umidade, proporcionando um ambiente interno do calçado mais agradável. Além disso, o forro é confeccionado com manta 100% poliéster não-tecido, fazendo a alta absorção do suor do pé.
Outros modelos disponíveis são da linha conceito. Nas cores marrom e preta, em numeração 33 ao 46, a botina tem cabedal produzido em couro Nobuk. O calçado possui forro em manta 100% poliéster não-tecido, em alta permeabilidade ao vapor de umidade e costuras reforçadas, além do solado bidensidade. Desenvolvido para atender usuários de diversos segmentos, o calçado alia visual moderno, conforto e segurança em um único produto.
O calçado canavieiro, outro produto da Vichi, é focado para um público mais específico, os cortadores de cana-de-açúcar. O forro proporciona maior absorção e tratamento antibactericida do suor. Um protetor de metatarso e uma biqueira de aço protegem o pé do trabalhador contra eventuais acidentes com o facão.
“Em 2011 serão comercializados os coturno militares, tendo o diferencial do cano do calçado mais longo, chegando até o joelho; botinas e calçados com solados resistentes a altas temperaturas; e calçados com biqueiras de composite e palmilha antiperfuro”, complementa o gestor da marca Vichi, Carlos Henrique dos Santos.
“Os calçados Vichi são projetados para trazer conforto e segurança aos usuários. Os índices de acidentes de trabalho ainda são consideráveis no país, mas é possível reduzir suas consequências com medidas inteligentes, como o uso de equipamentos de proteção adequados para cada situação e área de atuação do trabalhador”, explica Carlos Henrique dos Santos, gestor da marca Vichi.
Entre as novidades apresentadas pela empresa na Fisp está a biqueira de aço usada em todos os modelos da marca. Com área maior do que as convencionais, a peça oferece mais segurança para o trabalhador e também mais conforto. “As formas dos calçados Vichi são mais largas do que as oferecidas pelo mercado em geral. A biqueira acompanha a forma, o que traz mais espaço interno para acomodar o pé do trabalhador”, explica.
Calçados de proteção
A Vichi disponibiliza no mercado três linhas de calçados diferenciados: a linha Industrial, Nobuk e botina canavieira. Os calçados da linha Industrial – botina, tênis e sapato de amarrar e de elástico – possuem uma forma desenvolvida com medidas que proporcionam maior conforto ao usuário, com um colarinho acolchoado (tornozeleira do sapato almofadada) e forro respirável com alta permeabilidade ao vapor de umidade, proporcionando um ambiente interno do calçado mais agradável. Além disso, o forro é confeccionado com manta 100% poliéster não-tecido, fazendo a alta absorção do suor do pé.
Outros modelos disponíveis são da linha conceito. Nas cores marrom e preta, em numeração 33 ao 46, a botina tem cabedal produzido em couro Nobuk. O calçado possui forro em manta 100% poliéster não-tecido, em alta permeabilidade ao vapor de umidade e costuras reforçadas, além do solado bidensidade. Desenvolvido para atender usuários de diversos segmentos, o calçado alia visual moderno, conforto e segurança em um único produto.
O calçado canavieiro, outro produto da Vichi, é focado para um público mais específico, os cortadores de cana-de-açúcar. O forro proporciona maior absorção e tratamento antibactericida do suor. Um protetor de metatarso e uma biqueira de aço protegem o pé do trabalhador contra eventuais acidentes com o facão.
“Em 2011 serão comercializados os coturno militares, tendo o diferencial do cano do calçado mais longo, chegando até o joelho; botinas e calçados com solados resistentes a altas temperaturas; e calçados com biqueiras de composite e palmilha antiperfuro”, complementa o gestor da marca Vichi, Carlos Henrique dos Santos.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Entrevista Globo News - 13/10/2010
Olá!
Aqui estou novamente para dar uma super dica.
Foi realizada no dia 13 de Outubro uma Matéria sobre Segurança do Trabalho, englobando a estatística de acidentes, imagens da FISP entre outras coisas, é uma repostagem muito esclarecedora e interessante.
Vale a pena conferir!
http://www.tvseg.com.br/
Luciana Passanezi
Técnica em Segurança do Trabalho
Aqui estou novamente para dar uma super dica.
Foi realizada no dia 13 de Outubro uma Matéria sobre Segurança do Trabalho, englobando a estatística de acidentes, imagens da FISP entre outras coisas, é uma repostagem muito esclarecedora e interessante.
Vale a pena conferir!
http://www.tvseg.com.br/
Luciana Passanezi
Técnica em Segurança do Trabalho
EPI, Mais do que usar é entender!
Equipamento de Proteção Individual é todo produto de utilização individual com a finalidade de atenuar os males causados aos colaboradores pela exposição aos diversos riscos ocupacionais durante a jornada de trabalho.Para que o EPI seja eficiente e eficaz ao mesmo tempo, o colaborador deve entender a necessidade de sua utilização e para tal deve estar ciente de todos os riscos aos quais ele encontra-se exposto no desenvolvimento de suas atividades.
A melhor forma de praticar a conscientização é a aplicação de treinamentos de recilcagem a fim de "lembrar"constantemente o colaborador de que a saúde é o seu bem mais precioso e por esse motivo deve fazer uso diário do seu equipamento de Proteção.
As empresas devem tratar o EPI como um aliado e não somente como uma obrigação legal, pois é ele que ajuda a minimizar acidentes de trabalho bem como os afastamentos resultando assim em menos depesas trabalhistas e maior produtividade.
A parceria EMPRESA+COLABORADOR+EPI é garantia de sucesso contínuo, por isso acredite nela!!!
Luciana Passanezi
Técnica em Segurança do Trabalho
Assinar:
Postagens (Atom)
